Sobre o curso
A Formação em Magia Sexual — Desejo, Simbolismo e Poder, do Instituto Nwà, foi criada para quem deseja compreender esse universo com profundidade, contexto e seriedade.
Você também descobrirá por que determinadas correntes ocultistas atribuíram significado especial aos estados de êxtase, como diferentes tradições compreenderam o desejo e de que maneira símbolos, cores, velas, flores e outros elementos passaram a integrar determinadas linguagens ritualísticas.
Mas esta formação vai além de simplesmente apresentar conceitos.
Ela ensina você a pensar a magia. A diferenciar história de fantasia. Tradição de invenção. Símbolo de superstição. Desejo de obsessão. E poder de controle.
Conteúdo do curso
MÓDULO 1 — O QUE CHAMAMOS DE MAGIA SEXUAL?
A expressão magia sexual provoca curiosidade porque reúne duas ideias historicamente carregadas de mistério: magia e sexualidade.
Mas o termo costuma ser mal compreendido.
Quando se fala em magia sexual, muitas pessoas imaginam imediatamente práticas eróticas, sedução ou tentativas de conquistar alguém. Essa leitura é superficial.
Ao longo da história das religiões e do esoterismo, corpo, desejo, fertilidade, união, prazer, nascimento e criação foram utilizados como símbolos de transformação, poder e continuidade da vida.
Por isso, estudar magia sexual exige separar três coisas diferentes:
sexualidade, simbolismo e prática mágica.
Elas podem se encontrar, mas não significam a mesma coisa.
A magia sexual deve ser compreendida como um campo de ideias em que desejo, corpo e criação assumem significado espiritual ou esotérico.
Este módulo será nossa porta de entrada.
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O que significa “magia sexual”?
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O erro de procurar uma única origem
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Sexualidade não significa apenas ato sexual
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O desejo como força humana
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O corpo como linguagem
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Sexualidade e sagrado
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Tantra não é sinônimo de magia sexual
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A magia sexual no ocultismo moderno
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Magia amorosa não é magia sexual
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Desejo não significa controle
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O que magia sexual não é
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Os três pilares desta formação
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Reflexão do módulo
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Encerramento do Módulo 1
MÓDULO 2 — O CORPO, O DESEJO E O SAGRADO
O corpo sempre ocupou um lugar central nas religiões.
Mesmo em tradições que valorizam aquilo que é espiritual, invisível ou transcendente, o corpo continua presente.
É através dele que:
nascemos;
sentimos;
nos alimentamos;
adoecemos;
envelhecemos;
geramos descendência;
participamos de rituais;
experimentamos prazer e dor;
nos relacionamos com outras pessoas;
e damos forma concreta às nossas crenças.
Por isso, o corpo nunca foi apenas uma estrutura biológica.
Ele também se tornou símbolo.
Em diferentes culturas, partes do corpo, fases da vida, fertilidade, nascimento, casamento, desejo e maternidade passaram a receber significados religiosos.
Neste módulo, nosso objetivo será compreender como o corpo foi transformado em linguagem espiritual.
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O corpo como espaço religioso
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Fertilidade: é mais que reprodução
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O nascimento do simbolo
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A união dos opostos
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O casamento sagrado como imagem religiosa
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Desejo e religião
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Desejo, vontade e intensão
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O corpo e a construção da identidade
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Puro X Impuro
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O corpo como fronteira
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Culpa, vergonha e controle do corpo
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O sagrado não é universal
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O perigo da leitura moderna
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Do corpo ao símbolo
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A questão do poder
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Corpo, desejo e consciência
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Exercício de reflexão
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Encerramento do Módulo 2
MÓDULO 3 — O DESEJO COMO FORÇA SIMBÓLICA E MÁGICA
Desejar é uma experiência humana universal.
Desejamos segurança.
Desejamos reconhecimento.
Desejamos afeto.
Desejamos mudança.
Desejamos poder.
Desejamos pertencimento.
Desejamos aquilo que ainda não temos.
Por isso, o desejo possui uma característica essencial:
ele aponta para uma ausência.
Existe algo que ainda não está presente, mas que ocupa nossa atenção.
É justamente por essa razão que diferentes tradições filosóficas, religiosas e esotéricas se interessaram tanto pelo desejo.
Em alguns sistemas, ele é visto como distração.
Em outros, como força de movimento.
Em outros, como algo que precisa ser disciplinado.
E em certas correntes esotéricas, o desejo passa a ser interpretado como uma força que pode ser organizada, simbolizada e direcionada.
É aí que entramos no território da magia.
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Desejo não é a mesma coisa que vontade
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Intensão: o desejo organizado
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O desejo como direção da atenção
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Imaginação e magia
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O símbolo como condensador de significado
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Do desejo ao simbolo
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O papel da repetição
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O ritual como estrutura da consciência
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O desejo e o perigo da obsessão
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O desejo como espelho
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Desejo e projeção
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Poder e autonomia
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O papel do corpo no foco
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O desejo e a construção do significado
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Sinal, coincidência e interpretação
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O desejo como matéria de transformação
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Desejo, símbolo e magia
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Exercício de reflexão
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Encerramento do Módulo 3
MÓDULO 4 — MAGIA SEXUAL NO ESOTERISMO E NAS TRADIÇÕES OCULTISTAS
Até agora, estudamos o desejo, o corpo, o símbolo e a intenção.
Agora chegamos ao momento em que essas ideias passam a ser reunidas de maneira mais sistemática dentro do ocultismo moderno.
É importante começar com uma correção histórica.
Aquilo que atualmente chamamos de magia sexual ocidental não chegou até nós como uma única tradição secreta preservada intacta desde a Antiguidade.
Grande parte de sua formulação moderna aparece sobretudo a partir do século XIX, quando ocultistas europeus e norte-americanos começaram a construir sistemas que relacionavam sexualidade, vontade, transformação espiritual e poder mágico.
O historiador das religiões Hugh Urban identifica justamente o século XIX como um período decisivo para o surgimento de sistemas documentados e elaborados de magia sexual no Ocidente.
Isso não significa que sexualidade e religião nunca tivessem se encontrado antes.
Significa outra coisa:
a magia sexual, como sistema ocultista moderno organizado, possui uma história relativamente recente.
E essa diferença é fundamental.
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Do simbolismo à pratica esotérica
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Paschal Beverly Randolph
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O contesto do século XIX
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Sexualidade como poder criador
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Theodor Reuss, ordens esotéricas e e transmissões de ideias
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Aleister Crowley e a “Sex Magick”
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Vontade e magia
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Êxtase e estados extraordinários da consciência
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Orgasmo como limiar simbólico
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Poque o êxtase ganhou ganhou importância
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O “ponto do poder”
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Nem toda magia sexual valoriza o clímax
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O êxtase não é sinônimo de transformação
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O segredo nas ordens iniciáticas
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Quando o segredo cria poder
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Tantra e ocultismo ocidental
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Magia sexual e libertação
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Liberdade não significa ausência de limites
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Do poder sobre o outro ao poder sobre si
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O que o cultismo moderno realmente acrescentou
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Mito, história e tradição
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O que fica deste Módulo
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Exercício de reflexão
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Encerramento do Módulo 4
MÓDULO 5 — PODER, ÉTICA E CONSTRUÇÃO RITUAL
Toda prática mágica envolve escolha.
Escolha de símbolos.
Escolha de intenções.
Escolha de linguagem.
Escolha de limites.
E, principalmente, escolha de responsabilidade.
Por isso, o estudo da magia sexual não pode terminar apenas na história, no desejo ou no simbolismo.
Ele precisa terminar na ética.
Porque quanto mais um sistema fala de poder, mais importante se torna perguntar:
poder para quê?
E também:
poder sobre quem?
Este módulo encerra a formação reunindo três pilares:
consciência, responsabilidade e construção simbólica.
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O que é poder dentro de uma prática espiritual
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Poder sobre e poder para
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A ética não é um detalhe
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Consentimento como princípio
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O problema da manipulação espiritual
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Desejo não cria direito
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O ritual como linguagem simbólica
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A importância da intensão
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A intensão não é garantia de resultado
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Escolhendo símbolos
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Cores como linguagem
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Objetos não possuem significado sozinhos
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Menos objetos mais significados
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A estrutura de um simbólico
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O encerramento é tão importante quanto o inicio
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Magia não substitui a ação
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O risco da dependência ritualística
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O papel da reflexão
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Como analisar um ritual
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A construção de uma pratica simbólica
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O poder da palavra
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Magia e responsabilidade psicologica
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O verdadeiro teste de uma pratica
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O que essa formação propõem
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Exercício final
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Encerramento dessa formação
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Apostila do curso
MÓDULO BÔNUS — SÍMBOLOS, CORES, VELAS E ELEMENTOS DO DESEJO
Ao longo desta formação, vimos que a magia sexual não pode ser reduzida a ato físico, sedução ou fantasias de controle.
Ela envolve linguagem simbólica.
E toda linguagem simbólica precisa de formas para se expressar.
É por isso que, em diferentes práticas espirituais, encontramos elementos como:
velas;
cores;
rosas;
perfumes;
espelhos;
água;
lua;
fogo;
metais;
pedras;
tecidos;
palavras.
Esses elementos não são importantes por serem automaticamente “mágicos”.
Eles se tornam significativos porque recebem intenção, contexto e interpretação.
O objetivo deste módulo é ensinar você a olhar para esses elementos como partes de uma linguagem ritual.
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O que é um elemento simbólico
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O desejo como campo simbólico
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As cores como linguagem magica
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significado simbólico da velas
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Flores e o simbolismo do encantamento
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Perfumes, aromas e sensação
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Incenso e atmosfera
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Água como sensibilidade e fluxo
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Espelhos como auto percepção
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A lua e o universo do desejo
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Tecidos, toque e atmosfera
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Metais e brilhos simbólicos
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Pedras e cristais como imagem de condensação
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O altar como espaço organizado
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O perigo da superstição mecânica
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O elemento mais importante é a coerência
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Símbolos do desejo e símbolos do amor não são os mesmos
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Uma pratica simbólica de reflexão
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O que esse módulo ensina na verdade
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Exercício fina do Bônus
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Encerramento do módulo Bônus
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Apostila Bônus
—Vídeo Aulas—
Pratica e Aprofundamento
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Vídeo Aula 1 — Seu Caminho de Formação
10:16 -
Vídeo Aula 2
09:48 -
Vídeo Aula 3
03:30 -
Vídeo Aula 4
03:50